Vamos Abraçar o Nosso Patrimônio Cultural
Várias problemáticas surgem no sentido de encontrar melhores procedimentos nas questões de proteção dos bens culturais: tanto os tangíveis, como os intangíveis. Preservação é um dos temas inerentes a conservação do patrimônio cultural de forma intrínseca. Alguns órgãos ligados aos governos, como: autarquias, bancos, como os sistemas S, entre outros, participam de projetos culturais. Os mesmos dentro do próprio organograma existem setores que desenvolvem atividades culturais. Um dos grandes problemas são os patrocínios que contemplam mais a cultura de massa(senso comum), que entram no mercado aAalimentando o sistema capitalista, tendo como uma das contrapartidas, a divulgação dos financiadores. Nesse processo, surge também às questões políticas em todos os sentidos. È claro que não deveremos ser conservadores ao extremo, “taxativos” e muito menos preconceituosos. A diversidade cultural, (o termo pluralidade cultural) é um tema bastante desenvolvida pela própria gestão contemporânea da cultura, para os novos conceitos e concepções. Os Governos em todas as esferas, federais, estaduais e municipais enfrentam várias dificuldades para conseguir financiamentos para os projetos que visam à recuperação de bens tombados ou de interesse cultural. Percebe-se que quando ocorre a depredação ou já na degradação de um bem de valor artístico, histórico e cultural, que o tombamento só não resolve para preservação do patrimônio cultural, e sim políticas de preservação. O monumento para passar por um processo de restauração requer um projeto que só daí gera custo de alto valor, sem falar no orçamento para a restauração de um bem cultural. Parcerias entre o poder público e iniciativa privada é importantíssimo, chama à atenção para a conscientização. Esse envolvimento é importante, no sentido de equilibrar um pouco a “balança” de patrocínios culturais e sensibilizar para os monumentos que fazem parte da memória da sociedade local. E a depender do ponto de vista intelectual, e dentro dos parâmetros técnicos, até para a memória da humanidade(patrimônio mundial). Isso é concomitante com desenvolvimento do próprio município. Pactuar é um caminho que está sendo utilizado entre o poder público em todas as instâncias, se houver políticas envolvendo cada vez mais a iniciativa privada, só colaborará para a proteção e divulgação dos monumentos das cidades que tem em seu acervo cultural, bens de valor incomensurável.
MARCOS PAULO CARVALHO LIMA
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